A LEITURA, A ESCRITA E A ORALIDADE
Neste novo semestre, o do eixo sete, já estou podendo analisar, questionar e refletir sobre leitura, escrita e oralidade. No momento já construí alguns argumentos; Não sei se ele é totalmente coerente; mas gosto de ousar, e por enquanto a leitura do texto “A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais” escrito por Maria Isabel Dalla Zen e Lole Faviero Trindade, a mim proporcionados pela interdisciplina Linguagem e Educação me fizeram pensar que usar bem a língua não significa necessariamente falar e escrever de modo correto, mas de modo adequado à circunstância. A principal preocupação não deve ser a de seguir as regras, mas a de usar a linguagem adequada à situação e ao objetivo em mente. Isto, porque numa sociedade letrada, não se lê e se escreve apenas, mas principalmente se fala. A valorização social de uma pessoa, atualmente, está intimamente ligada ao seu desempenho escrito, mas também ao oral, pela razão da ampla exposição aos meios de comunicação. Errada ou não, até o momento formulei estas concepções, mas como todo o ser humano é maleável e está sempre se aperfeiçoando, não estarei isento de reelaborar esta minha compreensão e formular uma outra idéia mais apropriada.
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