Muitos desafios vem proporcionando este V semestre na UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. São trabalhos em grupo, pesquisas em equipe e apresentações grupais como a proposta dos projetos de aprendizagem, construído pelo SEMINÁRIO INTEGRADOR V. Aparentemente, isto é favorável. E com certeza o é, pois todos nós sabemos da eficácia e da importância de desenvolvermos trabalhos em grupo nas nossas escolas.No entanto, ao se tratar de curso a distância, esta situação recebe inúmeras possibilidades. Uma destas possibilidades é a interação dos colegas por meio de chats, e-mails e etc, uma outra, é a pesquisa individualizada que após pode ser compartilhada para o grupo com o propósito de estes acrescentarem, retirarem o que não consideram favorável e aprimorá-los segundo os critérios da maioria. Outra possibilidade é o surgimento de um líder, que encabeçará o grupo, organizando, propondo questionamentos, indagando, e possibilitando a primeira possibilidade e assim por diante.
Porém, para o aluno que encabeça a atividade não é nada fácil, pois este se angustia quando vê a demora do grupo no retorno de produções, conclusões, pensamentos, idéias, argumentos e etc. Certamente, este não pode realizar a atividade individualmente, porque esta não é a proposta contida na atividade grupal. Desta forma, resta-lhe paciência, persistência e uma avaliação adequada da situação.
O líder necessita observar a realidade dos colegas. Suas cargas horárias, suas disponibilidades, suas dificuldades para a compreensão da atividade, conforme, também, nós somos conduzidos a fazermos em nossas salas de aula com os alunos.
Assim sendo, como diz Maturana (2001, p. 43) no texto TRANSFORMAÇÕES NA CONVIVÊNCIA SEGUNDO MATURANA, escrito por Luciane M. Corte Real, proporcionado pela Interdisciplina Psicologia da vida adulta “(...) qualquer relação social depende de assumirmos as capacidades do outro envolvido nessa relação, e, se isso não ocorrer, essa relação deixará de ser social (...)”. Deste modo, o líder, sendo educador, poderá encontrar uma oportunidade para colocar-se no lugar do educando, tentando compreender as dúvidas que seus aluno também constroem em suas aulas, a fim de poder aperfeiçoar o fornecimento das respostas de que os alunos estão necessitando e que estão preparados para ouvir, já que “ (...) diferentes verdades existem, como tantos sujeitos existem, e devem ser respeitadas.“.
Mas, para o aluno que é incumbido de encaminhar o grupo, situações como estas se tornam extremamente assombradoras. Necessita-se, então, de um “equilíbrio” emocional, ainda mais quando este costuma não ficar adiando o que se tem para fazer.
Realmente, este semestre poderá fazer com que eu aprenda a lidar com as diferenças. De maneira que eu aceite as limitações contidas em cada ser humano. Não obstante, poderá colaborar para que eu exercite meu senso de valor, aonde poderei estar vivenciando, mais, concretamente, as possibilidades de poder perceber as qualidades existentes em cada ser, bem como, os esforços que estes realizam para desempenharem o seu papel, mesmo diante de suas limitações. Pois afinal de contas, eu também não sou um ser perfeito por natureza.
Mas, para o aluno que é incumbido de encaminhar o grupo, situações como estas se tornam extremamente assombradoras. Necessita-se, então, de um “equilíbrio” emocional, ainda mais quando este costuma não ficar adiando o que se tem para fazer.
Realmente, este semestre poderá fazer com que eu aprenda a lidar com as diferenças. De maneira que eu aceite as limitações contidas em cada ser humano. Não obstante, poderá colaborar para que eu exercite meu senso de valor, aonde poderei estar vivenciando, mais, concretamente, as possibilidades de poder perceber as qualidades existentes em cada ser, bem como, os esforços que estes realizam para desempenharem o seu papel, mesmo diante de suas limitações. Pois afinal de contas, eu também não sou um ser perfeito por natureza.




