Através das atividades de Classificação e Seriação, propostas pela Interdisciplina “Representação do Mundo pela Matemática”, passei a compreender, de maneira mais envolvente, a sua importância e precisão nas séries iniciais.
A partir dos propósitos de aplicação concreta em sala de aula, comecei a perceber, de maneira muito mais intensa e clara que todas, reprisando, todas as atividades desenvolvidas na Educação Infantil, devem ser trabalhadas a partir da exploração concreta dos objetos, pois, as crianças desta faixa etária ainda não possuem maturação para compreender e apreender conceitos abstratos.
Pude observar também, que nessa fase elas são dispersas, desconcentradas e sem reversibilidade de pensamento o que requer que o planejamento do professor seja mutável em qualquer ponto e atrativo.
As atividades de matemáticas, em especial de Classificação e Seriação, então desenvolvidas, devem levar em conta os aspectos de desenvolvimento da criança, ou seja, contemplar:
- Os conhecimentos vivenciados em sala de aula, como identificação da rotina, contagem na chamada (quantos somos? quantos vieram? quantos faltaram? mais meninas ou meninos? quem é o primeiro ou último da fila?) estudo do calendário, fazer coleções, estabelecer comparações de igualdade, semelhança e diferenças e etc. Aqui, passei a diagnosticar que podem surgir lindos trabalhos, tais como a criação de álbuns de recortes de animais, alimentos, brinquedos, botões, etc, bem como ordenar histórias, palitos de diferentes tamanhos, seqüência de cores em ordem linear direta e inversa, etc.
Assim sendo, comecei a entender que as noções matemáticas envolvidas no sistema numérico podem ser construídas a partir das situações do dia-a-dia, cabendo ao educador apoiar o desenvolvimento do pensamento lógico matemático, por meio da sistematização de pesquisas que já tiveram êxito no ensino do número para crianças pequenas.
Deste modo, compreendi que estes momentos devem ser proporcionados por meio de experiências diversificadas que promovam habilidades de classificar, seriar e ordenar juntamente à uma metodologia que permita às crianças encontrarem suas próprias soluções, que as debatam com os seus pares, num pequeno grupo, ou mesmo com todo o grupo, apoiando a explicitação do porquê da resposta num processo de reflexão.
A partir dos propósitos de aplicação concreta em sala de aula, comecei a perceber, de maneira muito mais intensa e clara que todas, reprisando, todas as atividades desenvolvidas na Educação Infantil, devem ser trabalhadas a partir da exploração concreta dos objetos, pois, as crianças desta faixa etária ainda não possuem maturação para compreender e apreender conceitos abstratos.
Pude observar também, que nessa fase elas são dispersas, desconcentradas e sem reversibilidade de pensamento o que requer que o planejamento do professor seja mutável em qualquer ponto e atrativo.
As atividades de matemáticas, em especial de Classificação e Seriação, então desenvolvidas, devem levar em conta os aspectos de desenvolvimento da criança, ou seja, contemplar:
- Os conhecimentos vivenciados em sala de aula, como identificação da rotina, contagem na chamada (quantos somos? quantos vieram? quantos faltaram? mais meninas ou meninos? quem é o primeiro ou último da fila?) estudo do calendário, fazer coleções, estabelecer comparações de igualdade, semelhança e diferenças e etc. Aqui, passei a diagnosticar que podem surgir lindos trabalhos, tais como a criação de álbuns de recortes de animais, alimentos, brinquedos, botões, etc, bem como ordenar histórias, palitos de diferentes tamanhos, seqüência de cores em ordem linear direta e inversa, etc.
Assim sendo, comecei a entender que as noções matemáticas envolvidas no sistema numérico podem ser construídas a partir das situações do dia-a-dia, cabendo ao educador apoiar o desenvolvimento do pensamento lógico matemático, por meio da sistematização de pesquisas que já tiveram êxito no ensino do número para crianças pequenas.
Deste modo, compreendi que estes momentos devem ser proporcionados por meio de experiências diversificadas que promovam habilidades de classificar, seriar e ordenar juntamente à uma metodologia que permita às crianças encontrarem suas próprias soluções, que as debatam com os seus pares, num pequeno grupo, ou mesmo com todo o grupo, apoiando a explicitação do porquê da resposta num processo de reflexão.

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