A partir da aula presencial ocorrida neste 4ª semestre, fui conduzido a REFLETIR sobre a minha prática pedagógica. Frente a esta realidade construí uma problematização: Tal problematização é realizada por considerar-se a organização curricular como elemento constitutivo das relações que se estabelecem nas instituições educativas. São destacados aspectos tais como a homogeneidade e a fragmentação das informações presentes nos currículos, além da parcialidade de suas propostas, que não são neutras e nem tampouco consensuais frente à diversidade de alunos e professores das diferentes regiões brasileiras. Considera-se o fato desse currículo homogêneo, destinado a populações heterogêneas, contribuir para a exclusão de muitos segmentos da sociedade (Moreira e Silva, 1995 e Moreira, 1995).
Tornou-se, ainda, debatível as relações possíveis entre os saberes alternativos de alunos e professores, ditos de senso comum, e o conhecimento científico e histórico, no ensino de Estudos Sociais.
Sendo assim, o encontro presencial colaborou para que percebesse que a escola, geralmente por desconhecer os conhecimentos prévios dos estudantes, simplesmente justapõe novas informações às preexistentes sem chegar a transformá-las.
Como professores, temos o desafio de criar situações limites para as explicações de nossos alunos, quando as consideramos insuficientes, de forma a construir um clima favorável à busca de novas informações. (Giordan, 1996).
Portanto, esta aula fez com que eu entendesse que conhecer e analisar alguns processos históricos também permite aos professores e aos estudantes manipular alguns dos instrumentos do processo de produção de conhecimentos, estes me possibilitam preparar uma aula em que o aluno possa: construir problemas de investigação; criar explicações hipotéticas; buscar informações adicionais através de consulta a fontes bibliográficas; situar-se em relação às novas informações; fazer previsões; observar regularidades e discrepâncias; comparar os dados observados com os dados da literatura; coordenar conceitos de diferentes disciplinas; integrar diferentes informações; escolher critérios de classificação; tomar decisões; justificar; construir relações entre fatos, fenômenos e leituras; emitir opiniões; confrontar-se com outras opiniões; divulgar conhecimentos; encontrar argumentos para defender as próprias idéias.
Cabe agora, eu como professor, pôr em prática esta minha primeira conceitualização e idéia formada e construída na primeira aula de Estudos Sociais.
Tornou-se, ainda, debatível as relações possíveis entre os saberes alternativos de alunos e professores, ditos de senso comum, e o conhecimento científico e histórico, no ensino de Estudos Sociais.
Sendo assim, o encontro presencial colaborou para que percebesse que a escola, geralmente por desconhecer os conhecimentos prévios dos estudantes, simplesmente justapõe novas informações às preexistentes sem chegar a transformá-las.
Como professores, temos o desafio de criar situações limites para as explicações de nossos alunos, quando as consideramos insuficientes, de forma a construir um clima favorável à busca de novas informações. (Giordan, 1996).
Portanto, esta aula fez com que eu entendesse que conhecer e analisar alguns processos históricos também permite aos professores e aos estudantes manipular alguns dos instrumentos do processo de produção de conhecimentos, estes me possibilitam preparar uma aula em que o aluno possa: construir problemas de investigação; criar explicações hipotéticas; buscar informações adicionais através de consulta a fontes bibliográficas; situar-se em relação às novas informações; fazer previsões; observar regularidades e discrepâncias; comparar os dados observados com os dados da literatura; coordenar conceitos de diferentes disciplinas; integrar diferentes informações; escolher critérios de classificação; tomar decisões; justificar; construir relações entre fatos, fenômenos e leituras; emitir opiniões; confrontar-se com outras opiniões; divulgar conhecimentos; encontrar argumentos para defender as próprias idéias.
Cabe agora, eu como professor, pôr em prática esta minha primeira conceitualização e idéia formada e construída na primeira aula de Estudos Sociais.

Um comentário:
Edivan!!
É muito importante estarmos em constante reflexão sobre a nosso ser professor, as leituras, as discussões, as aulas presencias realizadas ao longo do curso nos auxiliam a ter novos olhares sobre a nossa prática. Paulo Freire em seu livro Pedagogia da Autonomia nos diz que: "O desrespeito à leitura do mundo do educando revela o gosto eletista, portanto antidemocrático, do educador que, desta forma, não escutando o educando, com ele não fala. Nele deposita seus comunicados." (1996, p.46)
Abraços
Roberta
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