segunda-feira, 3 de maio de 2010

Durante este meu estágio estou podendo perceber que além de ser um dever de nós estagiários e profissionais da área da educação, estarmos atentos ás necessidades de aprendizagens dos alunos, aos seus níveis de aprendizagens, habilidades educacionais e etc; Precisamos ainda, ser professor-pesquisador.
A cada descrição, anotação e registro dos acontecimentos vivenciados em classe, em especial de alunos com uma necessidade educativa mais especial, percebo que pesquisar sobre os seus comportamentos, atitudes, vislumbrar na mesma métodos e alternativas para vir a somar e acrescentar na sua inserção e progresso na turma, é a solução para se conhecer melhor estes indivíduos e a classe como um todo.
Hoje as turmas, cada vez mais, vêm se apresentando de maneira heterogênea. Sendo assim, se o professor não buscar se atualizar e buscar fontes adicionais de informação, poderá se perder em sua pedagogia, e ficará distante de conseguir atrair consideravelmente seus alunos.
A necessidade de dar aos alunos um tratamento diferenciado, atividades de diferentes graus de dificuldade, leituras variadas, dinamismo nas atividades e avaliação constante criam maiores condições dos alunos perceberem que o progresso em seu processo ensino-aprendizagem será mais objetivo e de maior valor.
As dificuldades de aprendizagem possuem muitas causas. Podem estar relacionadas ao contexto emocional vivido pelo aluno em casa, com a família, no trabalho ou até mesmo na escola ou às questões de metodologia de ensino utilizadas pelo professor na sala de aula, e o professor, se almeja atingir o aluno integralmente, precisa conhecê-lo, para saber como se achegar nele, de onde partir, qual linguagem utilizar e a melhor maneira afetiva a empregar junto do mesmo. Eis aí, mais um desafio para o MESTRE e GUERREIRO da educação.

Um comentário:

Roberta disse...

Edivan!!

Professor pesquisador deveria ser a nominação correta. De nada adianta estarmos em sala de aula se não nos interessarmos para as dificuldades e problemas que aparecem em nosso dia-a-dia.
Abraços
Roberta