terça-feira, 15 de junho de 2010

Neste estágio curricular estou podendo diagnosticar e perceber aspectos importantíssimos para minha atividade profissional. Em meu planejamento busquei desenvolver diversos assuntos, até mesmo a matemática, utilizando a leitura e a escuta de histórias como “fonte” condutora e direcionadora para o “cumprimento” dos aspectos e objetivos por mim traçados para “este” ou “aquele” conteúdo.
Através destas minhas técnicas de aprendizagem pude perceber, nitidamente, que o contar e ouvir histórias nos remete às práticas da ORALIDADE, proporcionando aos ouvintes uma oportunidade para desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário e completar experiências. Na formação de uma criança, ouvir histórias é o início do hábito para se tornar um bom leitor, e ser leitor é ter um caminho infinito de descobertas e compreensão do mundo.
O contador, desta forma, conscientemente ou inconscientemente, trabalha a linguagem oral abrindo caminhos para que aprendam a falar, escrever, ler e pensar melhor.
Não obstante, contar histórias é um ato amoroso e uma nova forma de brincar e de propiciar a aproximação entre pessoas (professores-alunos, pais-filhos, Avós-netos...). No entanto, o que as crianças mais buscam e desejam numa história, é mergulhar neste mundo de “fantasia”. Assim sendo, o que as crianças esperam é ouvir a voz do pai, da mãe, da avó, do professor e etc, de um jeito diferente do que estão acostumados a ouvir todo dia.
Seguindo este pensamento, percebi que ao contar uma história deveria fazer uso da voz harmonicamente e para isso se fez necessário familiarizar-me com os textos e histórias. Isto demonstrou que o contador precisa conhecer a história a ser proclamada. Não significa que o mesmo necessite conhecê-la de cor, mas certamente, este deve estar familiarizada com ela.
No entanto, para que a história contada fosse um “sucesso” em meu planejamento, no meu ponto de vista, se fez importante uma boa qualidade literária, e que ao contá-la me sentisse utilizando uma linguagem correta, de bom gosto, simples e sem vulgaridade ou robustez. Porém, se fez extremamente necessário que eu respeitasse as peculiaridades das crianças.

Um comentário:

Roberta disse...

Edivan!!

Devemos mesmo nos preparar antes da contação de histórias. Saber do que a história trata e como podemos trabalhá-la é fundamental para o sucesso da história em nossas aulas.

Abraços
Roberta