Neste último semestre no Curso de Licenciatura em Pedagogia na modalidade a distância da UFRGS estou me sentindo extremamente desafiado. Em primeiro lugar, porque estou tendo de aprimorar minha escrita e estruturação da mesma, em segundo lugar, porque necessito buscar mais embasamento teórico e realizar trabalhos empíricos para fundamentar a construção do conhecimento.É como se as palavras de Sócrates (1911) , quando ele proclamou que somente sabia que nada ele sabia, fizessem sentido neste Eixo disciplinar. Quanto mais eu tento me aprofundar e dar “corpo” à minha fundamentação teórica, no meu trabalho de Conclusão de concurso, mais percebo minhas limitações e carências literárias.
No entanto, estou diagnosticando que tive um bom embasamento teórico-prático no curso. Isto porque, na medida em que vou avançando na minha pesquisa, deparo-me com autores estudados, ressaltados e trabalhados em algumas interdisciplinas. Estes autores vão me ajudando a construir uma fundamentação mais consistente e significativa.
Fico extremamente feliz por estar obtendo a percepção de que no meu curso, interdisciplinas estão podendo se fazer presentes num momento tão importante como o TCC. É como resgatar todos os meus anseios, idéias, objetivos e percepções (ao trazê-las à tona novamente).
É como se o que eu havia objetivado para mim nos primórdios do curso, pudessem agora na “finaleira” serem reforçados. Conforme uma postagem minha intitulada “ORGANIZAÇÃO DO TEMPO” (2008), sinto que hoje evidencio mais intensamente o desejo de não carregar, somente, um canudo da UFRGS, mas as aprendizagens nela obtida.
No Eixo I, a Interdisciplina: Escola, projeto Pedagógico e currículo, me ajudou a estudar as dimensões teóricas e práticas que configuram os currículos escolares. Me orientando a analisar criticamente os conceitos de currículo, natureza e funções do PPP da escola. Em especial, através de respaldos na teoria de Freire (1996).
Ao estudar Freire (1996), nesta Interdisciplina pude construir a visão de que ele, partindo do ponto de vista do reconhecimento a existência dos condenados da terra, e dos excluídos, desenvolveu a idéia de que é das características diferenciadas de identidade sócio-econômico e culturais de cada educando, que o ambiente escolar se constituí.
Desta maneira, partindo desta simples percepção, fez-se possível que eu compreendesse que minha idéia inicial, de pesquisar sobre a diversidade de alunos na sala de aula, têm fundamento, pois já é destacada por um grande mestre na área da educação.
Acredito que Freire (1996), em meu TCC poderá me ajudar a explicar a maneira como se deve discutir e encaminhar as aprendizagens, pois, conforme o direcionamento que obtive na interdisciplina: Escola, projeto Pedagógico e currículo, já pude entender que é viável que o professor associe à disciplina cujo conteúdo se ensina, à realidade concreta dos alunos, de maneira que se estabeleça uma “intimidade” entre os conteúdos curriculares e o conhecimento construído socialmente pelos educandos (Freire, 1996).
É como se o que eu havia objetivado para mim nos primórdios do curso, pudessem agora na “finaleira” serem reforçados. Conforme uma postagem minha intitulada “ORGANIZAÇÃO DO TEMPO” (2008), sinto que hoje evidencio mais intensamente o desejo de não carregar, somente, um canudo da UFRGS, mas as aprendizagens nela obtida.
No Eixo I, a Interdisciplina: Escola, projeto Pedagógico e currículo, me ajudou a estudar as dimensões teóricas e práticas que configuram os currículos escolares. Me orientando a analisar criticamente os conceitos de currículo, natureza e funções do PPP da escola. Em especial, através de respaldos na teoria de Freire (1996).
Ao estudar Freire (1996), nesta Interdisciplina pude construir a visão de que ele, partindo do ponto de vista do reconhecimento a existência dos condenados da terra, e dos excluídos, desenvolveu a idéia de que é das características diferenciadas de identidade sócio-econômico e culturais de cada educando, que o ambiente escolar se constituí.
Desta maneira, partindo desta simples percepção, fez-se possível que eu compreendesse que minha idéia inicial, de pesquisar sobre a diversidade de alunos na sala de aula, têm fundamento, pois já é destacada por um grande mestre na área da educação.
Acredito que Freire (1996), em meu TCC poderá me ajudar a explicar a maneira como se deve discutir e encaminhar as aprendizagens, pois, conforme o direcionamento que obtive na interdisciplina: Escola, projeto Pedagógico e currículo, já pude entender que é viável que o professor associe à disciplina cujo conteúdo se ensina, à realidade concreta dos alunos, de maneira que se estabeleça uma “intimidade” entre os conteúdos curriculares e o conhecimento construído socialmente pelos educandos (Freire, 1996).
Estes direcionamentos ocorreram em diversos momentos: Em fóruns criados no ambiente virtual do curso (ROODA), Em escritas analíticas sobre o pensamento do autor em questão, bem como, através dos comentários realizados pelos tutores e professores da Interdisciplina no webfólio (caderno de postagens).
Sendo assim, através de Freire (1996), conseguirei abordar de maneira mais intensa, que ser professor é reconhecer as experiências mais informais ou corriqueiras, aprendidas em momentos de lazer e descontração, e nos mais diversos ambientes e espaços, pois elas se cruzam repletas de significação.
De maneira brilhante, a teoria de Freire (1996), me ajudará a mostrar como as diversidades culturais/sociais, podem influenciar o dia a dia numa sala de aula, e vislumbrar ações pedagógicas que venham contemplar essa heterogeneidade cultural/social, presente numa turma de estudantes.
Sendo assim, através de Freire (1996), conseguirei abordar de maneira mais intensa, que ser professor é reconhecer as experiências mais informais ou corriqueiras, aprendidas em momentos de lazer e descontração, e nos mais diversos ambientes e espaços, pois elas se cruzam repletas de significação.
De maneira brilhante, a teoria de Freire (1996), me ajudará a mostrar como as diversidades culturais/sociais, podem influenciar o dia a dia numa sala de aula, e vislumbrar ações pedagógicas que venham contemplar essa heterogeneidade cultural/social, presente numa turma de estudantes.
Referências:
1. ↑Socrates. 1911.Dísponível em:http://www.1911encyclopedia.org/Socrates_%28philosopher%29. Encyclopaedia Britannica (1911). Página visitada em 17-09-2010.
2. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1997.
TEXTO REAPRIMORADO do dia 10 de SETEMBRO de 2010.

2 comentários:
Oi Edivan,
Com esta postagem conseguiste dar maior visibilidade à tua pesquisa, apontando os caminhos que estás trilhando. Freire é, sem dúvida, uma contribuição teórica que confirma a pertinência da tua pesquisa e aponta alternativas para se pensar/mudar a realidade atual no que se refere às diversidades sociais e culturais.
Quanto à tua retomada dos eixos iniciais do semestre, evidencias uma característica bem específica desse curso: a interdisciplinaridade. Hoje, no último semestre, é quase impossível não encontrarmos inúmeras possibilidades de relações/articulações entre diferentes áreas do conhecimento. Essa peculiaridade do curso, acredito, contribui para que vocês sejam profissionais mais reflexivos, mais críticos, mais preparados e mais conscientes da importância do papel de professor.
P.S. Não seria "conclusão de curso" em vez de "conclusão de concurso"?
Beijos, Rô Leffa.
Olá professora Rosângela! já li seu cometário e realizei a devida modificação, conforme tua observação...
Grande abraço!!!!
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