Através do texto “Gestão democrática na e da educação: Concepções e vivências” escritas por Isabel Letícia Pedroso de Medeiros e Maria Beatriz Luce, bem como, através da análise do mapa conceitual, proposto pela interdisciplina “Organização do Ensino Fundamental”, pude compreender que a organização escolar em uma perspectiva democrática se dá numa escola onde através da competência dos profissionais da educação, em conjunto com a comunidade, neste espaço legalmente instituído, reúne-se esforços no sentido de equacionar os problemas para que seja criada uma identidade para a escola.Pensando desta forma, fugimos de uma visão distorcida de democracia. Deste modo, através dos estudos proferidos neste primeiro módulo, pude compreender que para a democracia no contexto educacional se concretizar, ser faz necessária uma avaliação crítica da instituição, onde questões de âmbito sócio político, econômico e cultural em que estão inseridos, sejam levados em conta; num processo participativo, aonde a gestão democrática, podendo ser ele através do projeto político pedagógico, além de buscar a formação da cidadania, garanta o ajustamento do indivíduo ás determinações do mercado.
Perante a esta realidade, este trabalho fez com que eu diagnosticasse que a gestão escolar na escola em que trabalho, procura enraizar estas concepções. Portanto, em sua prática educacional, os pais, alunos, professores e funcionários possuem espaço garantido em seu interior.
Nesse sentido, a instituição de educação, na qual eu desenvolvo o meu trabalho como professor, enquanto escola está procurando definir claramente, numa constante avaliação e reformulação do Projeto político-Pedagógico, com toda a comunidade escolar, que tipo de sociedade, que tipo de homem/mulher, escola, que tipo de relações queremos desenvolver e construir como sujeitos do processo educativo. A escola, enquanto instituição formadora, não quer furtar essa tarefa, sob a pena de não estar cumprindo sua função. Assim sendo, pude compreender que a gestão democrática da escola significa, portanto, a conjunção entre instrumentos formais – eleição de direção, conselho escolar, descentralização financeira – e práticas de participação, que conferem a cada escola sua singularidade, articuladas em um sistema de ensino que igualmente promova a participação nas políticas públicas educacionais mais amplas.

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