Ao realizar as atividades da sexta e sétima semana da Interdisciplina música na escola, pude resgatar toda a arte musical de minha comunidade. E muito mais do que isso, perceber a luta desses músicos para manifestar a sua arte.
É encantador avistar toda a perseverança desses músicos, já que não é tarefa fácil continuar insistindo neste trabalho, já que os músicos locais possuem pouco incentivo da população e da comunidade em que residem.
Existe um conhecidíssimo ditado popular que diz: “Santo de casa não faz milagre”. E realmente, esta frase tão pronunciada, procede. Existem poucos espaços e oportunidades para estes talentos regionais. Dificilmente, os mesmos encontram meios disponíveis para exercerem e praticarem a sua arte.
Além disto, eles não conseguem atrair um público excessivo de residentes. Estes, por serem conhecidos por grande parte das pessoas da comunidade, e por não terem seus trabalhos divulgados na mídia ou sistemas de comunicação, em geral, acabam sendo taxados como limitados, diante de uma vasta opção fonográfica que apresenta profissionais dos mais diversos níveis.
Desta forma, acredito que os nossos sistemas de ensino necessitam valorizar estes artistas regionais, fazendo com que os alunos possam conhecer todo o trabalho e dedicação destes artistas.
Diante desta situação, fico imaginando as histórias que estes músicos têm para contar e narrar aos nossos educandos. Quantas mensagens de ousadia, firmeza e testemunhos de vida podem ser repassados e trabalhados, de maneira concreta e sólida.
Não obstante, nossos centros de educação, necessitam divulgar a arte em suas mais diversas modalidades e instigar nossos alunos a vivência-la. Arte é vida, é encanto, beleza. Ela nos faz saborear os menores e, aparentemente, insignificantes instantes, pois ela inspira-nos a deixarmos com que o nosso “eu”, flua, e colabora para que os nossos desejos, anseios, receios... Sejam trabalhados, de forma muito mais dinâmica e atrativa.

É encantador avistar toda a perseverança desses músicos, já que não é tarefa fácil continuar insistindo neste trabalho, já que os músicos locais possuem pouco incentivo da população e da comunidade em que residem.
Existe um conhecidíssimo ditado popular que diz: “Santo de casa não faz milagre”. E realmente, esta frase tão pronunciada, procede. Existem poucos espaços e oportunidades para estes talentos regionais. Dificilmente, os mesmos encontram meios disponíveis para exercerem e praticarem a sua arte.
Além disto, eles não conseguem atrair um público excessivo de residentes. Estes, por serem conhecidos por grande parte das pessoas da comunidade, e por não terem seus trabalhos divulgados na mídia ou sistemas de comunicação, em geral, acabam sendo taxados como limitados, diante de uma vasta opção fonográfica que apresenta profissionais dos mais diversos níveis.
Desta forma, acredito que os nossos sistemas de ensino necessitam valorizar estes artistas regionais, fazendo com que os alunos possam conhecer todo o trabalho e dedicação destes artistas.
Diante desta situação, fico imaginando as histórias que estes músicos têm para contar e narrar aos nossos educandos. Quantas mensagens de ousadia, firmeza e testemunhos de vida podem ser repassados e trabalhados, de maneira concreta e sólida.
Não obstante, nossos centros de educação, necessitam divulgar a arte em suas mais diversas modalidades e instigar nossos alunos a vivência-la. Arte é vida, é encanto, beleza. Ela nos faz saborear os menores e, aparentemente, insignificantes instantes, pois ela inspira-nos a deixarmos com que o nosso “eu”, flua, e colabora para que os nossos desejos, anseios, receios... Sejam trabalhados, de forma muito mais dinâmica e atrativa.



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