Através da Interdisciplina de Literatura Infantil, pude reavaliar minha prática pedagógica e observar a minha forma e maneira de agir, entorno, da disciplina de literatura infantil. Assim sendo, percebi, a partir de minha experiência docente, que trabalhar com os contos de fadas, além de me proporcionar um crescimento profissional, tem colaborado para a promoção de momentos lúdicos junto aos alunos, aonde posso desenvolver a imaginação e a criatividade destes e “atos de reflexão”.
Pude observar diferentes reações de acordo com a faixa etária das crianças. No entanto, todas procuram construir assimilações com experiências pessoais, familiares, estudantis, etc.
Como docente, acredito que cada experiência com os contos de fadas, tem me instigado para a obtenção de um dinamismo maior. Assim sendo, percebo a necessidade de escolher histórias que venham desenvolver a imaginação dos mesmos, de forma lúdica e prazerosa.
Desta forma, sinto que a entonação da voz, o uso dos figurinos, fantoches e outros instrumentos, são condições fundamentais para que se alcance o encantamento e o fascínio ao escutar um conto de fadas.
Não obstante, percebo que devemos ter cuidado na preparação da roda de leitura e do conto. Afirmo isto, por que antes de o professor contar uma história infantil, deve saber como conduzi-la e direciona-la, bem como, estar preparado para possíveis indagações que venham a surgir dos alunos.
Neste contexto, na medida em que desenvolvo e trabalho com os contos de fadas na sala de aula, sinto a necessidade de ser fiel a obra do autor, caso este não me agrade, posso recorrer a uma infinidade de outros contos de fadas, mas sempre com a certeza de que a escrita da obra não irá será violada.

Pude observar diferentes reações de acordo com a faixa etária das crianças. No entanto, todas procuram construir assimilações com experiências pessoais, familiares, estudantis, etc.
Como docente, acredito que cada experiência com os contos de fadas, tem me instigado para a obtenção de um dinamismo maior. Assim sendo, percebo a necessidade de escolher histórias que venham desenvolver a imaginação dos mesmos, de forma lúdica e prazerosa.
Desta forma, sinto que a entonação da voz, o uso dos figurinos, fantoches e outros instrumentos, são condições fundamentais para que se alcance o encantamento e o fascínio ao escutar um conto de fadas.
Não obstante, percebo que devemos ter cuidado na preparação da roda de leitura e do conto. Afirmo isto, por que antes de o professor contar uma história infantil, deve saber como conduzi-la e direciona-la, bem como, estar preparado para possíveis indagações que venham a surgir dos alunos.
Neste contexto, na medida em que desenvolvo e trabalho com os contos de fadas na sala de aula, sinto a necessidade de ser fiel a obra do autor, caso este não me agrade, posso recorrer a uma infinidade de outros contos de fadas, mas sempre com a certeza de que a escrita da obra não irá será violada.



Um comentário:
Olá Edivan,
Está maravilhosa esta reflexão sobre transposição didática (onde aplicas as novas descobertas com os alunos). Se puderes ilustrar com "evidências" de uma contação, trazendo questionamentos feitos pelos alunos, ou algo relevante ocorrido na prática, ficaria ainda melhor! Um carinhoso abraço,
Profa. Nádie
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