Dia 10 de Outubro de 2007, eu e os demais alunos do curso de Licenciatura em pedagogia, na modalidade a Distância da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vivemos um momento ímpar, de grande crescimento intelectual e cultural.
Acredito que o mesmo, foi uma motivação, tanto para a área pedagógica, quanto para a do conhecimento. Ter ido a Bienal foi um despertar para a arte. Senti um desejo enorme de compreender as variedades de expressões contidas numa obra. Simultaneamente, pensava no quanto os meus alunos poderiam crescer e aprender estudando uma obra e participando de uma aula de arte.
Enquanto visitávamos as obras expostas na Bienal refletia sobre a importância de proporcionarmos aos nossos alunos a leitura de imagens. Ela prepara as crianças para a compreensão da gramática visual de qualquer imagem, artística ou não, na aula de artes ou no cotidiano, e a tornar conscientes as produções humanas de alta qualidade. Isto é uma forma de prepará-los para compreender e avaliar todo o tipo de imagem, conscientizando-os do que estão aprendendo com estas imagens.
Após esta percepção, concretamente adquirida na visita á Bienal, planejar uma aula de artes passou a exigir de mim uma responsabilidade muito maior. Tanto que, para construir um projeto, conforme a atividade proposta pelo último bloco da interdisciplina, comecei a levar em conta não só o desenvolvimento da criatividade, mas também, a interpretação das obras de arte, ou seja, senti a necessidade de utilizar em meu planejamento de arte a elaboração e a flexibilidade, ou seja, desconstruir para reconstruir, selecionar, reelaborar, partindo do conhecido para modifica-lo de acordo com o contexto e a necessidade. Isto são processos criadores, desenvolvidos pelo fazer e ver Arte e fundamentais para a sobrevivência no mundo cotidiano.
Desta forma, a visita a Bienal só me fez compreender que a leitura de imagens deve ocupar um lugar tão importante quanto o da produção artística no ensino da arte, pois a leitura, tanto da arte como das imagens da mídia, é um dos modos fundamentais de o aluno construir conhecimento em arte.
Acredito que o mesmo, foi uma motivação, tanto para a área pedagógica, quanto para a do conhecimento. Ter ido a Bienal foi um despertar para a arte. Senti um desejo enorme de compreender as variedades de expressões contidas numa obra. Simultaneamente, pensava no quanto os meus alunos poderiam crescer e aprender estudando uma obra e participando de uma aula de arte.
Enquanto visitávamos as obras expostas na Bienal refletia sobre a importância de proporcionarmos aos nossos alunos a leitura de imagens. Ela prepara as crianças para a compreensão da gramática visual de qualquer imagem, artística ou não, na aula de artes ou no cotidiano, e a tornar conscientes as produções humanas de alta qualidade. Isto é uma forma de prepará-los para compreender e avaliar todo o tipo de imagem, conscientizando-os do que estão aprendendo com estas imagens.
Após esta percepção, concretamente adquirida na visita á Bienal, planejar uma aula de artes passou a exigir de mim uma responsabilidade muito maior. Tanto que, para construir um projeto, conforme a atividade proposta pelo último bloco da interdisciplina, comecei a levar em conta não só o desenvolvimento da criatividade, mas também, a interpretação das obras de arte, ou seja, senti a necessidade de utilizar em meu planejamento de arte a elaboração e a flexibilidade, ou seja, desconstruir para reconstruir, selecionar, reelaborar, partindo do conhecido para modifica-lo de acordo com o contexto e a necessidade. Isto são processos criadores, desenvolvidos pelo fazer e ver Arte e fundamentais para a sobrevivência no mundo cotidiano.
Desta forma, a visita a Bienal só me fez compreender que a leitura de imagens deve ocupar um lugar tão importante quanto o da produção artística no ensino da arte, pois a leitura, tanto da arte como das imagens da mídia, é um dos modos fundamentais de o aluno construir conhecimento em arte.


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