Através de leituras realizadas entorno da Interdisciplina “Representação do Mundo pelas Ciências naturais”, já pude perceber que o ensino de Ciências Naturais nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental é pouco desenvolvido em nossas escolas. Quando o é, na maioria das vezes, o conteúdo deste ensino é trabalhado de forma desvinculada da realidade dos alunos, caracterizando-se como uma espécie de transcrição do livro didático adotado.
Para o tratamento dos temas escolhidos, eu como professor e diversos outros, muitas vezes, não costumamos partir de informações e/ou situações que são familiares aos alunos, de modo geral, as poucas aulas de Ciências que ministramos não têm proporcionado aos alunos uma aprendizagem mínima de conceitos científicos, devido a dois fatores principais: um deles diz respeito ao desconhecimento, por parte dos professores, da atividade experimental como recurso didático prioritário para o “acesso” aos conteúdos científicos; outro fator refere-se à utilização do livro didático basicamente como único material para a preparação das aulas de Ciências.
Esta visão que até então possuía, sobre o papel das experimentações na Ciência e no Ensino das Ciências, levou-me a inserir atividades experimentais em minhas práticas didáticas, na maioria das vezes, apenas como “a experiência pela experiência”, pouco contribuindo para uma melhor compreensão do assunto que está sendo abordado e mistificando a forma como conhecimento científico é produzido.
No entanto, a partir de agora pretendo criar situações de discussão na sala de aula aonde os alunos possam vir a abordar os seus conceitos sobre os assuntos que desejo trabalhar, de modo que se faça possível problematizar as concepções expostas por eles.
Em vista disso, através desta atividade os alunos poderão construir problemas, e através destes investigar, estabelecer explicações, argumentações, idéias e concepções, serem motivados a testarem suas hipóteses através de experimentação, bem como, realizarem pesquisas nas mais diversas e diferentes fontes, buscando reorganizar os seus conhecimentos, para aplicá-los ás situações ou a problemas novos.
Para o tratamento dos temas escolhidos, eu como professor e diversos outros, muitas vezes, não costumamos partir de informações e/ou situações que são familiares aos alunos, de modo geral, as poucas aulas de Ciências que ministramos não têm proporcionado aos alunos uma aprendizagem mínima de conceitos científicos, devido a dois fatores principais: um deles diz respeito ao desconhecimento, por parte dos professores, da atividade experimental como recurso didático prioritário para o “acesso” aos conteúdos científicos; outro fator refere-se à utilização do livro didático basicamente como único material para a preparação das aulas de Ciências.
Esta visão que até então possuía, sobre o papel das experimentações na Ciência e no Ensino das Ciências, levou-me a inserir atividades experimentais em minhas práticas didáticas, na maioria das vezes, apenas como “a experiência pela experiência”, pouco contribuindo para uma melhor compreensão do assunto que está sendo abordado e mistificando a forma como conhecimento científico é produzido.
No entanto, a partir de agora pretendo criar situações de discussão na sala de aula aonde os alunos possam vir a abordar os seus conceitos sobre os assuntos que desejo trabalhar, de modo que se faça possível problematizar as concepções expostas por eles.
Em vista disso, através desta atividade os alunos poderão construir problemas, e através destes investigar, estabelecer explicações, argumentações, idéias e concepções, serem motivados a testarem suas hipóteses através de experimentação, bem como, realizarem pesquisas nas mais diversas e diferentes fontes, buscando reorganizar os seus conhecimentos, para aplicá-los ás situações ou a problemas novos.

Um comentário:
Oi Edivan,
Que ótimo que a interdisciplina te permitiu avançar da "experiência pela experiência" rumo à promoção do debate. Continue registrando as tuas "experiência" e as mudanças promovidas pelas interdisciplinas, com isto estarás contribuindo para a reflexão de todos.
Um carinhoso abraço,
Profa. Nádie
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