Na Interdisciplina de Liguagem e Educação, na medida em que fui vivenciando os módulos e realizando a leitura dos textos, fui percebendo que quando adentramos em atividades que trazem a tona o texto escrito e o texto falado, o professor deve ter estruturado para si que a interpretação oral é essencial para transmitir o sentido adequado á uma leitura. "Para que a leitura seja objeto de reflexão, o aluno precisa saber o porquê de estar lendo ou ouvindo de determinada forma". A entonação, a pontuação e o ritmo podem indicar tristeza, alegria, questionamento ou indignação. Para que a garotada perceba essas escolhas, atualmente, penso que duas ações são importantes. A primeira, prévia à leitura em voz alta. O entendimento do texto é essencial para a interpretação oral. A segunda é ressaltar as especificidades do que está sendo lido.Desta maneira, pensei em uma prática pedagógica que nunca realizei em sala de aula com os meus alunos: por exemplo, levar os alunos a confrontar as próprias estratégias de leitura (pedindo para lerem mais de uma vez) e as dos colegas ilumina semelhanças e diferenças sobre qual tipo de sentimento cada um quis transmitir com seu tom de voz.

Um comentário:
Oi Edivan,
Muito interessante tua proposta de confrontar diferentes estratégias de leitura, pois elas podem conduzir a diferentes gestos interpretativos. É preciso deixar claro ao aluno que um texto possui brechas, uma certa abertura com relação à interpretação, mas, ao mesmo tempo, está fechado para outras interpretações, ou seja, há limites que o próprio texto impõe (linguísticos, discursivos, temáticos...) e que delineiam o trabalho interpretativo.
Beijos, Rô Leffa
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