sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ao realizar a primeira atividade da Interdisciplina Ludicidade e Educação, pude refletir sobre algo que jamais havia questionado ou refletido, antes. Assuntos simples como a ato de brincar e de jogar, mas que cotidianamente, passam despercebidos aos nossos olhares e percepções.
Não havia, em nenhum instante de minha existência, parado para matutar sobre o que pode ser considerado uma brincadeira e um jogo. Intrigante isto, mas não foi fácil eu defini-lo. Consegui caracteriza-los a partir do momento em que considerei que para serem vistos como tal, necessitam estar isentos de obrigatoriedade, exigências e determinações.
Sendo assim, para a criança o seu trabalho é o brinquedo. E este sente prazer ao vivenciá-lo e concretiza-lo, caso contrário, estes atos não seriam lúdicos.
Ao deparar-me com a segunda atividade, fiquei vislumbrado com o propósito da mesma. Em primeiro lugar, por que este me proporcionou liberdade de destacar o que mais me chamou atenção no vídeo.
Este não me conduziu a relatar as compreensões, seguindo uma só vertente e um mesmo caminho. Senti-me inteiramente aberto para expor minhas análises, argumentações, idéias, pontos de vista. Isto é maravilhoso e prazeroso, por que não, lúdico?
Deste modo, considerei proeminente destacar a primeira questão construída pela Interdisciplina Ludicidade e Educação. A mesma indagou o seguinte tema: Por que uma experiência marcada pela ludicidade pode ser muito significativa para o sujeito que brinca?
Não obstante, não consegui relatar este assunto sem citar ou apresentar pontos referentes às outras três perguntas.
Contudo, consegui compreender que a ludicidade, portanto, tem como característica o que nos conecta com o mundo, nos trazendo através dela, importância e significado.
O brincar, conseqüentemente, é um dos instrumentos sociais mais caros, pois a ludicidade pode produzir sucesso escolar, inclusão social, desenvoltura, tudo sobre o aspecto do brincar, além de poder fornecer maior prazer no ato de educar, quando esta, se encontra numa perspectiva lúdica.

Um comentário:

Nadie Christina disse...

Oi Edivan,

A ludicidade parece que tocou fundo, no teu jeito de pensar e de fazer as coisas. Possibilitando conciliar o prazer com a tua própria aprendizagem. Achei ótimo! Um carinhoso abraço, Profa. Nádie